RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Fique por dentro de dicas, notícias e tercerização de serviços  

Empresas Terceirizadas de Limpeza - Grupo Luma

Empresas terceirizadas de limpeza, conservação e vigilância e o foco na atividade-chave

Empresas terceirizadas de limpeza, conservação e vigilância e o foco na atividade-chave.

Durante muitos anos os brasileiros acompanharam o crescimento do setor de
terceirização. Muita gente se pergunta o motivo de tantas empresas terceirizadas de
limpeza, conservação e vigilância. Para entender esse fenômeno é preciso entender a
queda de braço entre as ideologias políticas detentoras do poder no Brasil nos últimos 30
anos.

ANOS 80: SÚMULA 256

Na década de 80 o serviço terceirizado passou a ser relevante no país, principalmente
nas grandes empresas de capital estrangeiro. Nesse período, o sinônimo de
modernização era focar os esforços estratégicos nas atividades-chave para o sucesso do
negócio. Os postos de trabalho ocupados por mão de obra terceirizada cresceram,
porém o Brasil não estava preparado para esse cenário. As relações trabalhistas no país
eram enraizadas na Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT e a lei só permitia a
contratação de empresas de terceirização para ocupação temporária (Lei n. 6.019, de
3.1.1974) ou vigilância ((Lei 7.102, de 20.6.1983). Na ausência de leis específicas e com
pressão política, o Tribunal Superior do Trabalho emitiu o Enunciado 256 (1986) que
começou a modelar a evolução do setor de forma normativa.

ANOS 90: SÚMULA 331

A queda da ditadura e a abertura comercial dos anos 90 impulsionaram mais um passo
importante: a Súmula 331 – TRT (1993). Nessa época a indústria nacional estava longe
de ser competitiva e precisava baixar os custos de operação. A força que movimentava a
economia tinha um pensamento neoliberal e enxergava na desregulação uma maneira de
atrair investimentos internacionais e nos tornar mais competitivos no mercado mundial.

A necessidade de foco na atividade-fim, balizou o pensamento do Tribunal Superior do
Trabalho – TRT na redação da súmula 331 e estendeu a terceirização da mão de obra
para conservadoria e limpeza. A estabilidade da moeda com o Plano Real deu ainda
mais fôlego a esse movimento e empresas de terceirização de limpeza e
conservadoria surgiram em todo território nacional.

2017: A NOVA LEI DE TERCEIRIZAÇÃO

Durante os anos 2000, assistimos ao crescimento das contratações diretas e com carteira
assinada. Novamente as forças políticas modelam o setor. A terceirização diminuiu e o
diálogo sobre uma legislação para o tema ficou na gaveta até o pêndulo do poder político
mudar de novo em 2016 em meio a uma crise econômica avassaladora. O pensamento
neoliberal volta a dar as cartas e a Nova Lei de Terceirização é sancionada. Finalmente,
o setor ganha segurança jurídica para todos os envolvidos e rompe as fronteiras das
atividades-meio para envolver todas as atividades.

Considerações Finais

Embora todas as atividades possam ser terceirizadas, ainda vemos prevalecer as
empresas terceirizadas de limpeza, conservação e vigilância. Mas não por muito
tempo. Em breve, o setor irá desenvolver uma inteligência para sistematizar outros postos
de trabalho mais especializados

RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Fique por dentro de dicas, notícias e tercerização de serviços  

Olá, tudo bem? Como nós podemos ajudar você?
Enviar